{"id":744,"date":"2019-11-23T15:33:08","date_gmt":"2019-11-23T18:33:08","guid":{"rendered":"http:\/\/dynapac.blog\/mobile\/?p=744"},"modified":"2019-11-23T15:33:08","modified_gmt":"2019-11-23T18:33:08","slug":"o-que-e-desejavel-em-um-rolo-pneumatico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/dynapac.blog\/mobile\/pavimentacao\/o-que-e-desejavel-em-um-rolo-pneumatico\/","title":{"rendered":"O que \u00e9 desej\u00e1vel em um rolo pneum\u00e1tico"},"content":{"rendered":"<p>Manual da compacta\u00e7\u00e3o, pavimenta\u00e7\u00e3o e fresagem \u2013 Cap\u00edtulo 27<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-1055\" src=\"http:\/\/dynapac.blog\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/capitulo-27-11.jpg\" alt=\"capitulo-27-1\" width=\"900\" height=\"900\" \/><\/p>\n<p>Os rolos pneum\u00e1ticos rebocados t\u00eam sido utilizados por muitos anos. Antigamente, os rolos de at\u00e9 30 toneladas eram utilizados n\u00e3o s\u00f3 para compacta\u00e7\u00e3o, como tamb\u00e9m para identificar os pontos fracos (rolagem de refer\u00eancia).<\/p>\n<p>Estas vers\u00f5es rebocadas praticamente desapareceram com a evolu\u00e7\u00e3o dos rolos vibrat\u00f3rios para compacta\u00e7\u00e3o de solos; por isso, esta se\u00e7\u00e3o abrange apenas os PTRs autopropulsados.<\/p>\n<p>Ela n\u00e3o abranger\u00e1 todas as informa\u00e7\u00f5es a seu respeito, tais como a tecnologia dos pneus, por exemplo; ao inv\u00e9s disso, ela discutir\u00e1 a tecnologia fundamental de compacta\u00e7\u00e3o ao utilizar os PTRs, e os pontos b\u00e1sicos a ser considerados ao selecionar um rolo desse tipo.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-1056 alignright\" src=\"http:\/\/dynapac.blog\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/capitulo-27-51.jpg\" alt=\"capitulo-27-5\" width=\"400\" height=\"300\" \/><\/p>\n<p><strong>Desempenho da compacta\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>O efeito da compacta\u00e7\u00e3o de um PTR \u00e9 primariamente determinado por dois par\u00e2metros: a carga da roda e a press\u00e3o de contato com o solo do pneu, que est\u00e1 correlacionada com a press\u00e3o de enchimento do pneu.<\/p>\n<p>Em camadas espessas, pneus grandes com uma grande \u00e1rea de contato possuem um melhor efeito de compacta\u00e7\u00e3o do que pneus menores com a mesma press\u00e3o de contato com o solo. Isso \u00e9 especialmente importante na compacta\u00e7\u00e3o de solos.<\/p>\n<p><strong>Carga da roda<\/strong><\/p>\n<p>O n\u00famero de rodas afeta diretamente a carga da roda. Os rolos pneum\u00e1ticos de classe m\u00e9dia a pesada normalmente possuem sete ou nove rodas e uma carga m\u00e1xima de roda de mais de 3.000 kg, que \u00e9 suficiente para a maioria dos tipos de compacta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>As autoridades frequentemente especificam o n\u00famero de rodas e a carga m\u00ednima de roda.<\/p>\n<p>A carga de roda pode ser calculada utilizando-se uma simples f\u00f3rmula:<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Peso total + lastro = carga da roda<br \/>\n&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<br \/>\nN\u00famero de rodas<\/p>\n<p><strong>Lastro<\/strong><\/p>\n<p>Grandes quantidades de lastro s\u00e3o normalmente necess\u00e1rias para se alcan\u00e7ar o peso operacional requerido. H\u00e1 v\u00e1rias formas diferentes de realizar o lastro de um PTR, tal como atrav\u00e9s da utiliza\u00e7\u00e3o de barras de ferro, areia e \u00e1gua. Ferro-velho \u00e9 utilizado como lastro permanente. No entanto, sua coloca\u00e7\u00e3o e remo\u00e7\u00e3o levam muito tempo. Em alguns casos, s\u00e3o colocadas barras de ferro sob o rolo, mas isso aumenta as despesas. Os PTRs modernos possuem sistemas modulares de lastro, onde o peso pode ser convenientemente adicionado. Isso simplifica os procedimentos de lastreamento e facilita o acompanhamento do peso efetivo do lastro.<\/p>\n<p>S\u00e3o necess\u00e1rios geralmente de 5 a 8 m\u00b3 mas, como acontece com as barras de ferro, a coloca\u00e7\u00e3o e a retirada podem levar muito tempo. Por outro lado, a areia \u00e9 mais f\u00e1cil de remover quando a m\u00e1quina precisa ser transportada sem lastro. A areia tamb\u00e9m tende a secar e, por isso, deve ser verificada ocasionalmente para assegurar que ainda est\u00e1 \u00famida. <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-1038\" src=\"http:\/\/dynapac.blog\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/Capi\u0301tulo-27-2.jpg\" alt=\"Capi\u0301tulo-27-2\" width=\"900\" height=\"665\" \/> <strong>\u00c1gua<\/strong><\/p>\n<p>Apesar de ser f\u00e1cil de manusear, o problema com a \u00e1gua \u00e9 o seu baixo peso volum\u00e9trico. Al\u00e9m disso, os tanques de lastro devem ser \u00e0 prova de vazamentos. Em alguns casos, um PTR equipado com uma bomba e bicos pode ser utilizado para espalhar a \u00e1gua. A bomba, que \u00e9 acionada eletricamente, carrega e descarta a \u00e1gua.<\/p>\n<p><strong>Pneus<\/strong><\/p>\n<p>Esta se\u00e7\u00e3o abrange alguns aspectos da geometria dos pneus e suas caracter\u00edsticas de compacta\u00e7\u00e3o. H\u00e1 tr\u00eas tipos principais de pneus: pneus diagonais, radiais e de perfil baixo e flutua\u00e7\u00e3o total (que tamb\u00e9m incluem pneus de base larga). Todos os principais fabricantes de pneus industriais produzem os tipos diagonais e radiais, enquanto apenas pouqu\u00edssimos oferecem as vers\u00f5es com base larga. Os pneus diagonais e radiais s\u00e3o mais vers\u00e1teis, podendo ser usados em diferentes press\u00f5es entre 0,3\u20130,9 MPa, dependendo da lona. Eles s\u00e3o ideais para a compacta\u00e7\u00e3o de solos e asfalto. No entanto um pneu radial possui um padr\u00e3o de press\u00e3o mais uniforme do que o pneu diagonal. Isso reduz o risco de marcas de pneu na superf\u00edcie asf\u00e1ltica. Os pneus de base larga s\u00e3o usados a uma press\u00e3o constante de 0,4 MPa. Eles s\u00e3o adequados para a selagem de superf\u00edcies e rolagem de acabamento no asfalto. Eles tamb\u00e9m s\u00e3o usados em solos estabilizados sendo, por\u00e9m, menos adequados em solos, uma vez que n\u00e3o possuem o mesmo efeito de profundidade que os pneus diagonais e radiais. O padr\u00e3o de contato e a distribui\u00e7\u00e3o de press\u00e3o desses tipos de pneus est\u00e3o mostrados acima. Visto que a press\u00e3o de um pneu diagonal ou radial pode ser variada, haver\u00e1 mudan\u00e7as no padr\u00e3o de contato.<\/p>\n<p><strong>\u00c1rea de contato com o solo e press\u00e3o de contato com o solo<\/strong><\/p>\n<p>Durante a compacta\u00e7\u00e3o, a \u00e1rea de contato do pneu muda constantemente conforme o material \u00e9 compactado, resultando na diminui\u00e7\u00e3o da penetra\u00e7\u00e3o a cada passada. Os valores para a \u00e1rea de contato com o solo, portanto, s\u00e3o compar\u00e1veis apenas quando medidos sobre um superf\u00edcie plana e s\u00f3lida, tal como uma placa de a\u00e7o. No momento, n\u00e3o existem man\u00f4metros dispon\u00edveis para indicar a press\u00e3o de contato com o solo. Portanto, \u00e9 o operador quem deve julgar a press\u00e3o. Se os pneus afundarem no material, o sistema de controle da press\u00e3o dos pneus, conhecido mais comumente como \u201cAr no funcionamento\u201d ou \u201cAr instant\u00e2neo\u201d pode ser usado para reduzir a press\u00e3o do pneu. Um aumento na press\u00e3o tamb\u00e9m aumentar\u00e1 a press\u00e3o contra o solo. A vantagem de um sistema de controle central da press\u00e3o do ar \u00e9 que ele permite ao operador manter uma press\u00e3o selecionada constante em todos os pneus, durante todas as fases da rolagem. Na pr\u00e1tica, \u00e9 imposs\u00edvel ao operador adaptar continuamente a press\u00e3o do pneu \u00e0 estabilidade existente na superf\u00edcie da mistura. A tabela indica a \u00e1rea de contato do pneu e a press\u00e3o de contato com o solo para diferentes cargas de roda e press\u00f5es de enchimento de pneu. Sobreposi\u00e7\u00e3o Os pneus dianteiros e traseiros devem se sobrepor em, no m\u00ednimo, 30\u201350 mm sob press\u00e3o normal. A fim de alcan\u00e7ar um efeito de compacta\u00e7\u00e3o uniforme e de evitar\u00a0marcas de pneu no asfalto, a sobreposi\u00e7\u00e3o entre as \u00e1reas de contato sob press\u00e3o \u00e9 mais importante. Esta sobreposi\u00e7\u00e3o pode ser verificada passando-se o rolo sobre areia e verificando-se a penetra\u00e7\u00e3o nos pneus dianteiros e traseiros.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-1057 alignleft\" src=\"http:\/\/dynapac.blog\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/Capi\u0301tulo-27-31.jpg\" alt=\"Capi\u0301tulo-27-3\" width=\"400\" height=\"356\" \/><\/p>\n<p><strong>RECURSOS GERAIS<\/strong><\/p>\n<p><strong>Agarramento do asfalto<\/strong><\/p>\n<p>Durante a rolagem inicial, o asfalto grudar\u00e1 em qualquer PTR, a menos que sejam adotadas medidas especiais. Agentes especiais antiaderentes, tais como \u00f3leos em emuls\u00e3o biodegrad\u00e1veis encontram-se comumente dispon\u00edveis e devem ser usados. Um m\u00e9todo comum de evitar a ades\u00e3o \u00e9 preaquecer os pneus, passando-se o rolo sobre uma superf\u00edcie que j\u00e1 foi compactada por cilindros de a\u00e7o e que ainda esteja quente. Ocorrer\u00e1 uma ades\u00e3o pequena ou nula, uma vez que a diferen\u00e7a de temperatura entre a camada asf\u00e1ltica e o pneu n\u00e3o passa de 20 a 50 \u00b0C. Nesse caso, a \u00e1gua do sistema de pulveriza\u00e7\u00e3o ser\u00e1 suficiente para evitar qualquer ades\u00e3o. No entanto, a quantidade de \u00e1gua deve ser reduzida ao m\u00ednimo poss\u00edvel, pois ela resfria os pneus. Mantas e raspadeiras tamb\u00e9m ajudam a minimizar o agarramento durante o per\u00edodo inicial de aquecimento dos pneus. Abas ao redor de pneus de borracha ajudam a mant\u00ea-los quentes. As abas para pneus s\u00e3o particularmente \u00fateis em condi\u00e7\u00f5es de vento.<\/p>\n<p><strong>Rodas oscilat\u00f3rias ou pivotantes<\/strong><\/p>\n<p>Os PTRs devem possuir rodas oscilat\u00f3rias ou pivotantes em pelo menos um eixo. As rodas oscilat\u00f3rias oferecem melhores resultados na compacta\u00e7\u00e3o de solos, mas as rodas pivotantes s\u00e3o suficientes para asfalto. Normalmente, apenas o eixo dianteiro oscila ou \u00e9 articulado.<\/p>\n<p><strong>Sistema de acionamento<\/strong><\/p>\n<p>A transmiss\u00e3o mec\u00e2nica \u00e9 de dif\u00edcil opera\u00e7\u00e3o, ao passo que os sistemas de transmiss\u00e3o modernos, tais como a troca autom\u00e1tica de marchas, transmiss\u00e3o hidrost\u00e1tica e conversor de torque permitem uma parada e partida r\u00e1pidas sendo, geralmente, de opera\u00e7\u00e3o f\u00e1cil. Uma a\u00e7\u00e3o diferencial nas rodas traseiras evitar\u00e1 a ondula\u00e7\u00e3o do material ao realizar manobras de virar. As rodas dianteiras, que n\u00e3o possuem tra\u00e7\u00e3o, possuem uma a\u00e7\u00e3o diferencial autom\u00e1tica.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone  wp-image-1052 alignleft\" src=\"http:\/\/dynapac.blog\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/Capi\u0301tulo-27-4.jpg\" alt=\"Capi\u0301tulo-27-4\" width=\"400\" height=\"238\" \/><\/p>\n<p><strong>Freios<\/strong><\/p>\n<p>O peso l\u00edquido do PTR \u00e9 de, aproximadamente, um ter\u00e7o do peso m\u00e1ximo lastreado. Visto que o rolo move-se a velocidades relativamente altas entre os canteiros de obra e ao realizar o reabastecimento, os freios devem proporcionar uma ampla capacidade de parada, mesmo quando o PTR estiver totalmente lastreado.<\/p>\n<p><strong>CAPACIDADE DE COMPACTA\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p>Um par\u00e2metro que determina a efici\u00eancia de um rolo \u00e9 a sua capacidade. Os principais fatores a serem levados em considera\u00e7\u00e3o s\u00e3o:<\/p>\n<p>\u2022 Largura do cilindro<br \/>\n\u2022 Velocidade de rolagem<br \/>\n\u2022 Espessura da camada (ap\u00f3s a compacta\u00e7\u00e3o)<br \/>\n\u2022 N\u00famero de passadas<\/p>\n<p>Fator de efici\u00eancia, c, (ou seja, a capacidade pr\u00e1tica dividida pela capacidade te\u00f3rica. Depende da sobreposi\u00e7\u00e3o requerida, do tempo efetivo da opera\u00e7\u00e3o, etc.<\/p>\n<p>Na pr\u00e1tica, o valor \u201cc\u201d pode ser definido em 0,5\u20130,6 para o asfalto e 0,75 para o solo.)<\/p>\n<p>A seguinte f\u00f3rmula \u00e9 usada para calcular a capacidade de superf\u00edcie (A) durante a compacta\u00e7\u00e3o de solos e asfalto:<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">c x W x v x 1000<br \/>\nA = &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-\u00a0m2\/h<br \/>\nn<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">A capacidade de volume correspondente no caso de solos \u00e9, ent\u00e3o:<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">c x W x v x H x 1000<br \/>\nQS = &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;- m\u00b3\/h<br \/>\nn<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">A compacta\u00e7\u00e3o de asfalto \u00e9 medida em toneladas por hora, sendo calculada pela seguinte f\u00f3rmula:<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">c x W x v x H x 1000 x \u03c1<br \/>\nQA =\u00a0&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-\u00a0t\/h<br \/>\nn<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Aqui, \u03c1 \u00e9 a densidade da mistura asf\u00e1ltica em toneladas\/m\u00b3. (O valor m\u00e9dio para \u03c1 \u00e9 2,3 toneladas\/m\u00b3.)<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Uma vez que a largura do cilindro n\u00e3o \u00e9 vari\u00e1vel para um determinado rolo, a capacidade s\u00f3 pode ser afetada pelo n\u00famero de passadas, velocidade do rolo e espessura da camada.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">A capacidade \u00e9 determinada pela largura do cilindro (W), velocidade do rolo (v), espessura da camada ap\u00f3s a compacta\u00e7\u00e3o (H) e o n\u00famero de passadas (n).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Manual da compacta\u00e7\u00e3o, pavimenta\u00e7\u00e3o e fresagem \u2013 Cap\u00edtulo 27 Os rolos pneum\u00e1ticos rebocados t\u00eam sido utilizados por muitos anos. Antigamente, os rolos de at\u00e9 30 toneladas eram utilizados n\u00e3o s\u00f3 para compacta\u00e7\u00e3o, como tamb\u00e9m para identificar os pontos fracos (rolagem de refer\u00eancia). Estas vers\u00f5es rebocadas praticamente desapareceram com a evolu\u00e7\u00e3o dos rolos vibrat\u00f3rios para compacta\u00e7\u00e3o&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":745,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6,5],"tags":[],"class_list":["post-744","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-manual-de-compactacao-pavimentacao-e-fresagem","category-pavimentacao"],"views":560,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/dynapac.blog\/mobile\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/744","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/dynapac.blog\/mobile\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/dynapac.blog\/mobile\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/dynapac.blog\/mobile\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/dynapac.blog\/mobile\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=744"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/dynapac.blog\/mobile\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/744\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/dynapac.blog\/mobile\/wp-json\/wp\/v2\/media\/745"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/dynapac.blog\/mobile\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=744"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/dynapac.blog\/mobile\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=744"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/dynapac.blog\/mobile\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=744"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}